Neste domingo (15), o Fantástico apresentou reportagem especial que denunciava fraudes realizadas em pregões eletrônicos e o total descontrole em um programa bilionário de incentivo ao ensino profissionalizante.

No entanto, apesar de a chamada da matéria indicar que o tema seria a vulnerabilidade da plataforma de compras utilizada no pregão eletrônico, o que se viu foi a exposição de problemas que não se relacionam com a modalidade licitatória em si, mas com o sistema de aquisições públicas como um todo: falta de planejamento, estimativas de preços mal feitas e conluio entre participantes (com ou sem a participação de agentes públicos).

Não se pode relacionar o pregão eletrônico às fraudes ou atribuir a seu procedimento quaisquer facilidades de combinação de propostas ou direcionamento do certame, pois, ao contrário, de todas as modalidades disponíveis, o pregão eletrônico, como regra, se apresenta como a melhor opção para o atendimento dos três objetivos da licitação dispostos no art. 3º da Lei nº 8.666/1993: a garantia da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável.

Confira a reportagem completa:

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